Uma direcção. As horas a passar. O nascer-do-sol. Uma árvore frondosa. Um sorriso espontâneo. Uma janela aberta para ver o mundo girar.
Não só ver. Participar. Contribuir. Girar com ele. Porque o mundo não pára e a vida também não.

A direction. The sunrise over the ocean. A leafy tree. A spontaneous smile. An open window to see the world turning. Not just see.
To participate. To contribute. To turn in the same direction. Because the world keeps turning and so does life.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Benvenuti a Venezia!!

As circunstâncias não podiam ser melhores: 5 portuguesas, um carro italiano e muita vontade de conhecer os cantos de Itália. Seguimos para leste, à procura das cidades místicas e românticas de que sempre ouvimos falar.

Verona foi a primeira paragem, uma bela surpresa. Caminhar à chuva na cidade é uma boa experiência, quando se tem a estátua da Julieta à nossa espera para nos dar sorte ao amor, desde que toquemos na maminha dela... estranho? Talvez, mas nenhuma quis arriscar. A janela que o Romeu trepou para ir ter com a sua amada é outro ponto de interesse, assim como a Arena Romana onde se pode assistir a espectáculos de Ópera durante o Verão.

Nunca se sabe...

A janela de Julieta

A Arena


Próxima paragem: Pádua (Padova), a terra onde Santo António morreu e onde perdura na igreja a si dedicada.


Veneza foi a última paragem do caminho. "The last but not the least", como se diz em inglês. Tudo aquilo que me disseram sobre Veneza acabou por se desvanecer logo que pisei a calçada. Tem uma luminosidade fabulosa e os canais brilham de orgulho com as gôndolas a passar... há uma aura de romantismo e mistério em cada ruela estreita e nos barcos de transporte individual ancorados nas margens, nos quais os maridos vão buscar as esposas ao trabalho. A praça de S. Marcos, com vista sobre as ilhas. E nada melhor que uma bebida à beira do canal para apreciar a vida boémia de Veneza.




6 comentários:

  1. Nas tuas fotos relembrei Veneza, onde estive há mais de vinte anos!
    Talvez um dia, se os olhos não me trairem, quem sabe, volte lá...

    Beijos na Índia

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  2. Só uma palavra, muito portuguesa, para demonstrar o que senti a ver este post SAUDADES :)

    Bjs gds Rute e Matilde

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  3. coisa feia a inveja... e eu cheia dela!
    :)
    Beijinhos e até breve

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  4. "Anónimo" João, Veneza espera-te... beijokas

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  5. Ter saudades é bom, significa que se tem algo ou alguém à espera no regresso...
    Como está a Matilde, continua irrequieta?

    Beijokas grandes para as duas

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  6. Eheh, Ita, com a tua inveja posso eu bem :) Veneza está aqui mesmo ao lado à espera da vossa visita.

    Beijokas grandes

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