a aldeia de Zebral e as aldeias nas rechãs;
os saltitões Kiko e Spot e as histórias do avô ao Domingo de manhã;
as águas reluzentes e os retalhos verdes nas montanhas;
a libelinha azul, os garranos, as vacas Barrosã e o lagarto fotogénico da Pedra Bela;
o pó dos caminhos de terra batida, o pedregulho no meio da estrada e a tentativa frustrada de o remover;
a cama macia das raparigas e o chão do sótão (e o ressonar) dos rapazes;
as canoas na Caniçada e as aventuras nas bóias;
as salsichas picantes, o almoço-pizza das 16h, o bolo de chocolate, o gelado de Oreo e a deliciosa lasanha sem carne;
as guitarradas nocturnas, o som aborígene do didgeridoo e a sala transformada em discoteca;
as lições de salsa, merengue e funaná ao ritmo da paixão da Cris;
a caipirinha antes de jantar e as minis até o sol nascer;
a Ana Malhoa que não vimos, o baile roqueiro, a “ave depenada” no meio do palco e a “Sóninha” do Mértola;
uma rosa oferecida por um nativo de Salamonde;
a água gelada a cair sobre os ombros e o almoço à beira-rio;
a vista do topo das antenas e o espreguiçar no tejadilho;
o jogo do gratinado, a fila para o duche e os atrasos sem discórdias;
o cheiro a menta e as plantas invasoras;
os sorrisos, a camaradagem, a descoberta dos outros e a liberdade de sermos nós.
Obrigada a todos!




a água gelada a cair sobre os ombros e o almoço à beira-rio;
a vista do topo das antenas e o espreguiçar no tejadilho;
o jogo do gratinado, a fila para o duche e os atrasos sem discórdias;
o cheiro a menta e as plantas invasoras;
os sorrisos, a camaradagem, a descoberta dos outros e a liberdade de sermos nós.
Obrigada a todos!






