Uma direcção. As horas a passar. O nascer-do-sol. Uma árvore frondosa. Um sorriso espontâneo. Uma janela aberta para ver o mundo girar.
Não só ver. Participar. Contribuir. Girar com ele. Porque o mundo não pára e a vida também não.

A direction. The sunrise over the ocean. A leafy tree. A spontaneous smile. An open window to see the world turning. Not just see.
To participate. To contribute. To turn in the same direction. Because the world keeps turning and so does life.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Alghero

Noroeste da Sardenha. Lugar de mar, de plameiras, de oliveiras, de figueiras em forma de pata de elefante. Lugar com história, rodeado de muralhas de onde se vê a lua a beijar o mar. Cidade onde se fala o catalão e onde as ruas se chamam "carret" em vez de "via". Cidade turística onde os restaurantes sobranceiros ao mar nos oferecem um copo de vinho branco enquanto esperamos por uma mesa disponível, à moda de Hollywood. Lugar onde se come bacalà (bacalhau), fregola (massa miudinha com marisco) e seada (doce de queijo e mel).

Durante o jantar com companheiras de conferência, falámos das avós, daquelas mulheres cheias de força e coragem que sobreviveram a guerras, a fome, a falta de recursos, à revolução tecnológica e que são uma influência fundamental na nossa vida. Seja em Portugal, em Piemonte ou em Nápoles.

Sem comentários:

Enviar um comentário