Uma direcção. As horas a passar. O nascer-do-sol. Uma árvore frondosa. Um sorriso espontâneo. Uma janela aberta para ver o mundo girar.
Não só ver. Participar. Contribuir. Girar com ele. Porque o mundo não pára e a vida também não.

A direction. The sunrise over the ocean. A leafy tree. A spontaneous smile. An open window to see the world turning. Not just see.
To participate. To contribute. To turn in the same direction. Because the world keeps turning and so does life.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

1 de Fevereiro 2009. Cheguei!…


… a Ispra, com 0ºC e um manto de neve a cobrir a maior parte do chão. O táxi do JRC esperava-me à hora marcada no aeroporto, levando-me direitinha a casa, um apartamento espaçoso (no meu ponto de vista) só para mim. O armário de roupa permaneceu quase vazio, mesmo depois de ter arrumado toda a bagagem (aquela que a TAP me obrigou a pagar por excesso de peso). A brancura luminosa das paredes e do chão lembra-me que esta casa será minha temporariamente, mas por enquanto basta-me saber que é o meu cantinho. Outros cantinhos como este me rodeiam, ocupados por colegas do centro que ainda não tive a oportunidade de conhecer. Aliás, conheci um, já desde Dezembro quando vim cá a primeira vez. A Chiara (leia-se Kiara), uma siciliana vinda de Londres, ofereceu-se para ficar com a minha chave para eu poder entrar nesta minha casinha ainda hoje. Jantámos juntas, o que pudemos trazer connosco do país de origem e do avião: waffles aquecidas no forno da casa dela, uma sandes da British Airways (bem melhor que as da TAP, por sinal), biscoitos tipicamente italianos com panne e cioccollato, biscoitos com travo a limão da loja da Irene na Batalha, água da torneira… tudo isto regado com uma boa conversa para conhecimento mútuo que fluiu naturalmente. Uma bela duma jantarada, no verdadeiro sentido do termo. Um primeiro dia inesquecível, não só por esta chegada mas também, e principalmente, pela minha partida acompanhada pelo núcleo duro da minha vida: os meus pais, os meus irmãos e a minha irmã. E uma despedida presencial de uma grande amiga, a quem muito devo eu estar em terras italianas hoje. E as despedidas via telefone que fui recebendo, de amigos que não esqueço, esteja eu onde estiver. De uma maneira ou de outra, todos eles estão comigo, agora e em todas as outras peripécias que vierem a seguir.

2 comentários:

  1. Pelo aspecto da foto parece que chegaste a um vazio :)
    Investiga lá isso para depois eu saber o que devo visitar :)

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  2. :) Parece-me que está a correr bem... :) AWEEEEEEEEEEEEEE!!! Aventureira!!!! Admiro-te! A sério... Aproveita cada segundo e mais esta experiência...

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